domingo, fevereiro 28, 2021
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Inflação sobe 2,67% em primeira prévia de novembro, afirma FGV

Em outubro, prévia também tinha alta — de 1,97%

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) subiu 2,67% no primeiro decêndio de novembro. No primeiro decêndio de outubro, este índice havia registrado taxa de 1,97%. Com este resultado, a taxa em 12 meses passou de 19,45% para 23,79%. Divulgação foi feita nesta terça-feira (10), pelo portal IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Nesta primeira leitura de novembro, a taxa do IPA segue influenciada pelos aumentos dos preços das matérias-primas brutas (2,31% para 4,19%) e dos bens intermediários (2,66% para 3,88%). No primeiro grupo destacam-se milho (5,08% para 17,05%) e algodão (2,42% para 18,26%). No segundo, óleo Diesel (-10,09% para 2,15%) e farelo de soja (9,01% para 21,13%),” afirmou André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

Já a taxa de variação do IPC apresentou desaceleração com os arrefecimentos dos grupos alimentação (1,30% para 0,82%) e vestuário (0,67% para 0,34%). Por fim, no INCC o grupo materiais, equipamentos e serviços subiu 2,45% e contribuiu para a alta da taxa em 12 meses do indicador da construção, que avançou de 6,19% para 7,88%” concluiu.

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O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 3,48% no primeiro decêndio de novembro. No mesmo período do mês de outubro, o índice variara 2,45%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram 2,17% em novembro, após subir 2,40% em outubro. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 4,96% para 3,94%.

O índice correspondente aos Bens Intermediários passou de 2,66% no primeiro decêndio de outubro para 3,88% no primeiro decêndio de novembro. Este avanço foi influenciado pelo subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -4,74% para 2,24%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou de 0,64% no primeiro decêndio de outubro para 0,41% no primeiro decêndio de novembro. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (3,03% para 0,19%).

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Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 33,57% para 1,56%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,31% no primeiro decêndio de novembro, taxa superior a apurada no mês anterior, quando o índice havia sido de 1,26%. Os três componentes do INCC registraram as seguintes taxas da variação na passagem do primeiro decêndio de outubro para o primeiro decêndio de novembro: Materiais e Equipamentos (3,22% para 2,97%), Serviços (0,41% para 0,25%) e Mão de Obra (0,00% para 0,27%).

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